
O Presidente de esquerda revelou que não vai seguir os passos do seu aliado Venezuelano Hugo Chavez e abolir os limites da sua reeleição, argumentando que não tem interesse em continuar no poder devido a reformas constitucionais. A população do Equador vai votar para uma assembleia de 130 membros com o objectivo de reescrever a constituição de maneira a reduzir o poder de partidos políticos que Correa culpa do problema do país. Segundo ele a assembleia deveria ter o poder de dissolver o congresso e outros órgãos eleitos. Este processo assemelha-se á reforma constitucional feita por Chavez na Venezuela e os críticos dizem que os dois presidentes fazem parte de uma vaga de lideres da América latina que se aproveitam da frustração entre os pobres para quebrar os sistemas democráticos implementados e criar juntas ditatoriais. Correa tem várias vezes referido que as suas reformas não são inspiradas nas de Chavez, acrescentando que a nova constituição do Equador vai permitir dois mandatos consecutivos em vez de um. O Presidente do Equador acusa a oposição de ser medíocre e de se focarem em acusa-lo de procurar reeleições ilimitadas de maneira a ser ditador para a vida. Diz também que faz parte de uma nova geração de líderes sul-americanos que se distanciam do capitalismo norte-americano. Apesar de tudo Rafael Correa é imensamente popular no país principalmente por os preços altos do crude irem mantendo a economia do petróle

o estável. As relações com os Estados Unidos devem estreitar visto que o Equador não pretende renovar o acordo da base equatoriana para vigilância anti-droga. A administração Bush considera Chavez uma ameaça para a democracia mas não tem o mesmo tratamento em relação a Correa. As relações Equador-Venezuela são boas e embora Rafael Correa não alinhe em todas as medidas de Hugo Chavez, considera a aliança da Venezuela vital para o seu país. Esta aliança preocupa a comunidade internacional visto haver o risco de a América do Sul padecer de mais um regime ditatorial.
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