… é uma DEMOCRACIA. Justa!, não tanto como método usado para escolher como somos governados (mesmo que o governo sejamos nós próprios), mas sim pela oportunidade de se exercer uma opinião sobre qualquer assunto que mereça ser mencionado. Toda a gente tem os mesmos direitos e apenas o dever de os exercer. Talvez não seja a democracia que habitualmente se veja, talvez não seja esta uma definição precisa, mas a noção do que pode ser, do que deveria ser é um motivo para contribuir para a mudança.
A liberdade religiosa é um direito de todos nós. Qualquer pessoa é livre de ter uma religião comum ou individual que não desrespeite os direitos de outrem. Um estado laico é um estado justo, de tolerância e verdade que beneficia o bem-estar das pessoas e a sua necessidade “espiritual” de apoio superior quer se acredite ou não. Qualquer pessoa é livre de acreditar na entidade que melhor reconheça como sendo responsável pela sua existência, seja deus ou homem, tudo ou nada.
A liberdade politica é um direito de todos nós. A escolha da maneira como alguém escolhe ser “governado” não sujeita ninguém a ser melhor ou pior que qualquer outro. É uma decisão pessoal, proveniente da consciência de cada um, que deve ser respeitada. Não existem fórmulas perfeitas para um governo ou ausência deste, logo o produto de uma escolha sensata e ponderada é o resultado da cultura politica que a sociedade oferece, sociedade essa para a qual contribuímos todos os dias.
A liberdade sexual é um direito de todos nós. A escolha sexual de cada pessoa não define a sua maneira de agir ou pensar. O caminho, objectivos, feitos ou ideias são independentes da mesma logo a liberdade que se tem neste aspecto deve ser fruto apenas da mente individual e ser somente limitada pelo respeito mútuo e tolerância pela escolha do próximo.
A liberdade ideológica é um direito de todos nós. A maneira como cada um vive é da responsabilidade do próprio desde que não invada os direitos de outrem. Se uma pessoa escolhe viver segundo os seu próprio padrão ou padrões comuns não deve ser censurada por isso. O facto de sermos seres individuais com ideias próprias faz com que a sociedade seja enriquecida culturalmente e contribui para um mundo de maiores horizontes.
A liberdade religiosa é um direito de todos nós. Qualquer pessoa é livre de ter uma religião comum ou individual que não desrespeite os direitos de outrem. Um estado laico é um estado justo, de tolerância e verdade que beneficia o bem-estar das pessoas e a sua necessidade “espiritual” de apoio superior quer se acredite ou não. Qualquer pessoa é livre de acreditar na entidade que melhor reconheça como sendo responsável pela sua existência, seja deus ou homem, tudo ou nada.
A liberdade politica é um direito de todos nós. A escolha da maneira como alguém escolhe ser “governado” não sujeita ninguém a ser melhor ou pior que qualquer outro. É uma decisão pessoal, proveniente da consciência de cada um, que deve ser respeitada. Não existem fórmulas perfeitas para um governo ou ausência deste, logo o produto de uma escolha sensata e ponderada é o resultado da cultura politica que a sociedade oferece, sociedade essa para a qual contribuímos todos os dias.
A liberdade sexual é um direito de todos nós. A escolha sexual de cada pessoa não define a sua maneira de agir ou pensar. O caminho, objectivos, feitos ou ideias são independentes da mesma logo a liberdade que se tem neste aspecto deve ser fruto apenas da mente individual e ser somente limitada pelo respeito mútuo e tolerância pela escolha do próximo.
A liberdade ideológica é um direito de todos nós. A maneira como cada um vive é da responsabilidade do próprio desde que não invada os direitos de outrem. Se uma pessoa escolhe viver segundo os seu próprio padrão ou padrões comuns não deve ser censurada por isso. O facto de sermos seres individuais com ideias próprias faz com que a sociedade seja enriquecida culturalmente e contribui para um mundo de maiores horizontes.
1 comentário:
podemos ainda "ter estas liberdades" todas e mesmo assim não nos sentirmos livres... presos a medos ou o que achamos serem medos...
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